Namoro e complexidade
Um namoro quando é sério é muito mais do que beijos e abraços e puxar o
saco da sogra. É também uma lista de exigências que eu chamo de ''se você não
fizer, outro faz''. Eu descobri que na teoria isso é fácil, já na prática...
Bom, sem comentários.
Uma das exigências da lista é estar
sempre cheiroso e penteado. Poxa, não deve ser tão difícil assim. Eu saí de
casa no horário de sempre para ir até a casa dela, quando no meio do caminho, o
vento, que não é amigo de penteado, estragou o meu cabelo assanhando-o de tal
maneira que eu parecia mais um homem das cavernas. E pra completar um vento com
poeira, que me deixou fedendo a areia suja.
É bom também levar sempre um
''agradinho'' para ela. Feliz, fui comprar uma trufa; tirei o meu ''real'' do
bolso e descobri que trufa havia
aumentado para ''um e vinte”. Bom, fazer o quê? Pelo menos a minha sogra gosta
de mim.
Rodrigo Cesar 2º A
O Treino de Capoeira
Quinta-feira, cinco horas da tarde,
já me preparo para mais um bom e maravilhoso treino de capoeira. Tudo parecia
bem, quando eu vejo que meu abadá havia sumido. 'E agora como vou jogar
capoeira sem minha calça?''.
A partir desse momento eu enlouqueço,
fico nos maiores berros de choro, até eu lembrar que havia outra calça
guardada. ''Ufa'', pensei, agora eu vou poder jogar capoeira; não posso faltar,
pois hoje é o dia que eu mais gosto, dia em que todos tocam instrumentos. E ver
as carinhas de emoção de cada uma daquelas crianças não tem preço.
As crianças adoram que a gente as ensine a
tocar os instrumentos, essa é uma forma da gente passar para elas o que um dia
nosso mestre nos ensinou, e compartilhar nossos conhecimentos com elas.
Vitória Régia 2º A
O valor de um sorriso
Eu estava voltando para casa,
quando de repente vi algo que me surpreendeu. Aquela senhora ali sentada em
cima de papelões, no sol, cantando.
Aproximei-me e a observei
atentamente. Ela parecia tão feliz, mas ao mesmo tempo parecia tão gasta,
precisando de ajuda e de comida. Naquele momento me deu uma pena e eu pensei:
“como é que pode ela passar necessidade,
morar na rua e ser tão feliz?”. Fiquei curiosa e me aproximei mais ainda. Era
uma senhora tão simpática, que começou a conversar comigo:
-
Bom dia minha jovem, como você está?
Eu respondi:
-
Bom dia! Estou bem.
E ela disse:
-
A que devo a honra dessa conversa?
Eu respondi:
-
Não, é que eu achei curioso a senhora morar na rua e mesmo assim viver
cantando, parece tão feliz. Como é que pode?
Ela disse:
-
Minha jovem, eu aprendi que mesmo com as pancadas da vida devemos erguer à
cabeça e seguir em frente, não adianta chorar. Mesmo assim tenho fé que um dia
eu vou melhorar de vida.
Aquilo me comoveu
profundamente. Paguei-lhe uma quentinha e ela saiu feliz da vida.
Raysa 2º A
Um dia muito louco
Foi um dia como os outros, eu estudava
na cidade de Redenção. Eu acordei às
05h30min da manhã, tomei um banho,
escovei os dentes, tomei o café e saí para ao ponto de transporte. Eu cheguei
no colégio às 6:45h, estava todo legal. Eu
nunca pensei que aquilo ia acontecer comigo. 09h30min, recreio. Fui lanchar. Terminando de lanchar, bati
um papo com os parceiros que estavam sentados no pátio.
Às 11:00h, eu agradeço a Deus por ter
acabado a aula. Fui até a casa de um amigo. Ao sair da casa dele, acabei
deixando meus livros lá. Na volta, não fui para o ponto de transporte no
centro de Redenção, fui para outro
ponto perto da estátua da negra. Foi aí que eu tive uma surpresa: dois caras
vieram falando “passa tudo o que você tem”. Eu só tinha o da passagem, foi
quando eles se revoltaram e me agrediram. Fui lesionado nos braços, peitos e na barriga. Comecei
a correr e eles vieram atrás, mas
eles cansaram desistiram.
Eu andei 13 km, chegando em casa às 2:00h
da tarde muito doido. Mudei de
escola, da Saraiva Leão para o José Tristão Filho. A vida sempre nos dá uma
rasteira.
Jhonatan
Cavalcante da Silva 2º E
O Treino de Capoeira
Quinta-feira, cinco horas da tarde,
já me preparo para mais um bom e maravilhoso treino de capoeira. Tudo parecia
bem, quando eu vejo que meu abadá havia sumido. 'E agora como vou jogar
capoeira sem minha calça?''.
A partir desse momento eu enlouqueço,
fico nos maiores berros de choro, até eu lembrar que havia outra calça
guardada. ''Ufa'', pensei, agora eu vou poder jogar capoeira; não posso faltar,
pois hoje é o dia que eu mais gosto, dia em que todos tocam instrumentos. E ver
as carinhas de emoção de cada uma daquelas crianças não tem preço.
As crianças adoram que a gente as ensine a
tocar os instrumentos, essa é uma forma da gente passar para elas o que um dia
nosso mestre nos ensinou, e compartilhar nossos conhecimentos com elas.
Vitória Régia 2º A
O valor de um sorriso
Eu estava voltando para casa, quando de repente vi algo que me surpreendeu. Aquela senhora ali sentada em cima de papelões, no sol, cantando.
Aproximei-me e a observei atentamente. Ela parecia tão feliz, mas ao mesmo tempo parecia tão gasta, precisando de ajuda e de comida. Naquele momento me deu uma pena e eu pensei:
“como é que pode ela passar necessidade, morar na rua e ser tão feliz?”. Fiquei curiosa e me aproximei mais ainda. Era uma senhora tão simpática, que começou a conversar comigo:
- Bom dia minha jovem, como você está?
Eu respondi:
- Bom dia! Estou bem.
E ela disse:
- A que devo a honra dessa conversa?
Eu respondi:
- Não, é que eu achei curioso a senhora morar na rua e mesmo assim viver cantando, parece tão feliz. Como é que pode?
Ela disse:
- Minha jovem, eu aprendi que mesmo com as pancadas da vida devemos erguer à cabeça e seguir em frente, não adianta chorar. Mesmo assim tenho fé que um dia eu vou melhorar de vida.
Aquilo me comoveu profundamente. Paguei-lhe uma quentinha e ela saiu feliz da vida.
Um dia muito louco
Foi um dia como os outros, eu estudava
na cidade de Redenção. Eu acordei às
05h30min da manhã, tomei um banho,
escovei os dentes, tomei o café e saí para ao ponto de transporte. Eu cheguei
no colégio às 6:45h, estava todo legal. Eu
nunca pensei que aquilo ia acontecer comigo. 09h30min, recreio. Fui lanchar. Terminando de lanchar, bati
um papo com os parceiros que estavam sentados no pátio.
Às 11:00h, eu agradeço a Deus por ter
acabado a aula. Fui até a casa de um amigo. Ao sair da casa dele, acabei
deixando meus livros lá. Na volta, não fui para o ponto de transporte no
centro de Redenção, fui para outro
ponto perto da estátua da negra. Foi aí que eu tive uma surpresa: dois caras
vieram falando “passa tudo o que você tem”. Eu só tinha o da passagem, foi
quando eles se revoltaram e me agrediram. Fui lesionado nos braços, peitos e na barriga. Comecei
a correr e eles vieram atrás, mas
eles cansaram desistiram.
Eu andei 13 km, chegando em casa às 2:00h
da tarde muito doido. Mudei de
escola, da Saraiva Leão para o José Tristão Filho. A vida sempre nos dá uma
rasteira.
Jhonatan
Cavalcante da Silva 2º E










